Nosso Gerente de Produtos RE fala sobre os riscos e precauções nas enchentes
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Nessa terça-feira dia 12, nosso gerente de Produtos RE, Fernando Barros, contou ao Jornal Tribuna de Jundiaí e ao programa Bom dia Cidade da Rádio Cidade um pouco sobre as precauções que devem ser tomadas com os carros nas enchentes, para que as seguradoras aceitem o sinistro e também sobre os riscos de não aceitação em situações como alagamentos.

Confira a Matéria: http://www.tribunadejundiai.com.br/mais/economia/2847-segurados-tiram-duvidas-sobre-danos-em-veiculos.html

Saiba o que cobre o seguro de seu veículo e o que fazer nesses casos

Na região, a quinta e a sexta, dias 7 e 8 de janeiro, vão deixar lembranças desagradáveis e prejuízos financeiros que podem demorar meses para serem recuperados. Queixas de danos causados pelas águas, além de panes elétricas, vidros quebrados, lataria danificada e até perda total são registradas.A maioria dos proprietários de automóveis contrata a cobertura compreensiva. “Nessa modalidade, o seguro cobre qualquer tipo de despesa causada por enchentes, desde a submersão total ou parcial do veículo em água doce, inclusive se ele estiver guardado no subsolo, até apenas higienização”, explica Fernando Barros, gerente de produtos da corretora.Quando a água fica abaixo do painel do carro é possível fazer a recuperação do veículo, ou seja, não é preciso trocar por um novo. “A perda total só acontece quando mais de 75% do veículo é prejudicado”, esclarece o gerente.Caso conste no laudo técnico que o motorista de alguma forma contribuiu para que o veículo fosse pego pela água, o seguro está isento de qualquer responsabilidade financeira. “Em uma enchente, por exemplo, a seguradora vai analisar se a chuva tomou o carro repentinamente ou se houve imprudência do motorista em atravessar um trecho inundado. Se for comprovada a negligência por parte do condutor, a seguradora pode não cobrir o dano”, pontua Fernando.Nestes casos “naturais” não é preciso fazer Boletim de Ocorrência. Mas um bom conselho é tirar fotos dos estragos causados pelas chuvas, enchentes ou mesmo das árvores que caíram em cima do automóvel. “As fotografias não são obrigatórias, mas são uma segurança a mais para o cliente que quer comprovar os danos ao veículo”, orienta.

Em alguns casos, depois de uma enchente, os veículos ficam sujos por conta da lama. Essa cobertura de higienização é possível, na maioria das seguradoras, se o custo for até R$ 800 e sem o pagamento de franquia.

Outro direito que vale a pena ser conferido é em relação a danos aos vidros. “Normalmente a cobertura básica já dá essa possibilidade. O segurado pode contratar uma cobertura opcional, a qual tem uma franquia específica e extremamente baixa. O acionamento desta cobertura não implicar em redução de bônus na renovação do seguro”, detalha Fernando.

O seguro do veículo protege apenas o casco, ou seja, a estrutura geral que inclui chassi, carroceria, motor e caixa. Acessórios, como aparelhos de som e DVD, e equipamentos adicionais, como rodas esportivas e kit Gás Natural Veicular (GNV), bem como blindagem ficam de fora dessa conta. No entanto, é possível contratar coberturas específicas para esses itens, o que naturalmente eleva o valor do seguro.

DESLIGUE O MOTOR – O veículo não deve ser ligado após ser atingido pela água, pois pode ter entrado água no motor e ao dar a partida pode ocorrer danos graves e o segurado perder o direito à indenização por ter agravado o risco.

Desligue o carro assim que a água atingir o assoalho. Caso contrário, ela entrará pelos filtros de ar e afetará o motor, comprometendo as partes internas do carro, o chamado calço hidráulico. “Dependendo da altura em que a água está, até a onda que o caminhão faz quando passa ao seu lado é perigosa”, finaliza Fernando.

SOBRE A CORREA LIMA – Fundada em 1994, a corretora de seguros conquistou o mercado jundiaiense. São mais de 3 mil clientes, oferecendo seguro saúde, odontológico, de vida, previdência privada, viagem, de condomínio, empresariais, de veículos e para eventos.d244caea-3c4b-4ba7-98a9-b6b9afe745cd